Bio

“Da vida, levamos os afectos, as experiências e a aprendizagem. Devemos encarar a vida com responsabilidade e fazermos o melhor que sabemos e podemos, mas não vale a pena levarmo-nos muito a sério. Estamos todos apenas a  aprender a ser felizes!

Orgulhosamente português, mas com Angola a correr-me no sangue, afirmo-me como o fruto de um feliz casamento entre a Europa e África.

Gestor, sou também consultor na área da comunicação e de recursos humanos. Entre várias outras formações, licenciei-me em sociologia pela Universidade Nova de Lisboa, com um minor em Ciências da Comunicação e encontro-me a frequentar o Executive Master em Gestão no ISCTE.

Por duas vezes tentei o mestrado, bem como ficaram pendentes duas obras literárias em fase de conclusão, mas o tempo não dá para tudo.

Sou praticante assíduo de meditação, cujas técnicas orgulhosamente ensino, sendo ainda presença habitual em longos retiros meditativos. Desde miúdo que sou ávido leitor e escritor compulsivo. Mas sou também músico compositor, tendo passado pela Escola de Jazz do Hot Club de Portugal no curso de bateria e estudado produção electrónica, o que me tem feito produzir horas de música original durante anos a fio. Também o disco ficou ainda por lançar.

Talvez por causa da asma que me surgiu aos dois anos e meio, desde sempre que me interesso pelas terapias não convencionais e por estados alterados de consciência. Assim, tornei-me terapeuta credenciado de massagem de som, com taças tibetanas e gongos, (na academia portuguesa representante do Peter Hess Institute, sediado em Uenzen – Alemanha) e estudei fitoterapia na medicina tradicional chinesa e na medicina ocidental, na Associação Portuguesa de Medicina Tradicional Dragão Dourado. Não satisfeito, entrei no maravilhoso mundo da hipnoterapia, credenciado por Daniel Guerreiro.

Coaching e programação neurolinguística são ainda outras áreas que estudo.

A intervenção política esteve sempre presente. Presidi quer à Associação de Estudantes da Escola Secundária de Linda-a-Velha, e mais tarde já na faculdade, à Associação Académica do ISCTE, onde também fui estudante, até seguir para a Universidade Nova de Lisboa onde acabei por estudar também ciências da comunicação e sociologia das religiões.

Estou ligado aos órgãos sociais de várias Associações Sem Fins Lucrativos, sempre em regime de voluntariado. Que de melhor pode haver do que nos darmos uns aos outros e significarmos assim a nossa vida? Desse meu lado associativo, destaco por exemplo o ano de 2009, em que fui eleito o Presidente da Direção da centenária Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Dafundo. Tal sucedeu depois de me ter candidatado a pedido dos mais antigos da casa, na sequência do meu pai ter falecido em Dezembro de 2007. Fi-lo, para dar continuidade ao sucesso de uma das maiores associações humanitárias de bombeiros voluntários do nosso país.

Um dia resolvi fundar uma associação que corporizasse a minha ligação à arte e à cultura que vem desde os tempos de adolescente. E assim, surgiu a Associação Sem Fins Lucrativos Luchapa que fundei em 2011 com um punhado de oeirenses, na expectativa de dinamizar o Palácio do Egipto e centro histórico de Oeiras, contribuindo para o enriquecimento artístico, cultural e espiritual da nossa comunidade. Durante alguns anos ficamos conhecidos pela intervenção social junto da população mais desfavorecida, tendo mesmo o então comentador Marcelo Rebelo de Sousa nos referido, no seu espaço de comentário, destacando a nossa intervenção. Medalha de ouro do município de Oeiras (votada por unanimidade de todas as forças políticas), hoje em dia a Associação Luchapa está em muitas áreas de intervenção, fora mesmo dos limites geográficos de Oeiras.

Recentemente fui desafiado e aceitei concorrer à União Recreativa do Dafundo, estando a liderar a equipa que gere os destinos deste pequeno clube da minha terra em dificuldades financeiras, mas justamente reconhecido pelos resultados na ginástica nacional em juniores e iniciados. Temos alguns campeões nacionais nesse segmento.

Desempenhei diversas funções na Juventude Social Democrata (nomeadamente Coordenador Nacional do Ensino Superior na Comissão Política Nacional da JSD presidida à época pelo Pedro Duarte) e no PSD, como as de Conselheiro Nacional por diversas vezes, ou de Presidente de Mesa do Plenário da concelhia de Oeiras. Fui de resto o Primeiro Presidente de Mesa eleito depois das antigas secções de Algés e de Oeiras se terem junto numa só, como nos apresentamos hoje.

Fui deputado municipal em Oeiras, adjunto do Presidente da Câmara Municipal e deputado da Assembleia da República na XIII legislatura, ainda que por um breve período e em substituição, mas afirmo-me como um social democrata moderno.

Estou cansado de uma forma de fazer política transversal a todos os partidos do arco do poder, que não cativa, não resolve os problemas das pessoas e não as conduz por um sonho colectivo realizável e alcançável, através do mérito e da igualdade de oportunidades.